|
|
|
POSIÇÃO
OFICIAL
Nós, Povo argentino, já sentimos na pele o que é um ataque terrorista, pois nos anos 90, todos nós tivemos conhecimento dos atentados na Embaixada de Israel e na sede do AMIA. Logo, ratificamos e aceitamos as Resoluções 1368 e 1378 do Conselho de Segurança da ONU, assim como ratificamos tratados como o Convênio Para a Repressão dos Atentados Terroristas Cometidos com Bombas (1997) e o Convênio Para a Repressão do Financiamento ao Terrorismo (1999). A nossa resposta ao terrorismo no âmbito da OEA está apoiada na Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores, no TIAR, nas decisões da Assembléia Geral, nas resoluções a respeito da matéria e no que foi convencionado nas Conferencias de Lima e de Mar Del Plata. Nós consideramos o ataque terrorista um crime gravíssimo nesses tempos de paz e por isso, condenamos qualquer prática terrorista, independente de sua finalidade. Outro ponto a ressaltar está nos fatores que alimentam o terrorismo, que podem estar ligados exatamente na marginalização de certos países que vivem na pobreza extrema, o que acarreta na frustração daqueles que se julgam desfavorecidos com a discrepância econômico-social, e não encontram outro meio para mudarem a situação, o que os acabam levando à revolta e a agirem de uma forma condenável pela sociedade internacional. Logo, vê-se necessário uma cooperação bilateral-multilateral na luta contra o narcotráfico e o terrorismo, assim como erradicar de vez as disparidades econômicas e sociais, que tanto alimentam o terrorismo de uma forma indireta. Em resumo, o que quis transmitir foi uma posição universal antiterrorista e lembrar da ligação entre as disparidades econômicas e o terrorismo. Logo é preciso haver também uma cooperação econômico-social para eliminar a ameaça terrorista que ronda o Mundo. Atenciosamente |
DOCUMENTOS ........VOLTAR |
|||